sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Tempo livre...

Marcelo Mariaca*

O avanço vertiginoso das novas tecnologias de qualquer natureza, incluindo as seis áreas estratégicas para as quais o FINEP do Ministério da Ciência e Tecnologia pretende direcionar 0,65% do PIB (saúde, energia, defesa, tecnologias da informação e da comunicação, biotecnologia e nanotecnologia), verificado a partir da segunda metade do século passado, foi saudado, entre outras conquistas, pela expectativa de que essas novas tecnologias facilitariam a vida das pessoas. Investimentos público e privado na inovação de materiais e aplicações científica e comportamental consolidaram esse cenário.

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