A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) informa que tem colaborado com as autoridades federais visando aperfeiçoar o mercado de meios eletrônicos de pagamento e reforça que o processo de regulação e autorregulação do setor é um passo importante nesse sentido. A Abecs reitera sua disposição em continuar colaborando com as autoridades quanto à definição e implementação de medidas regulatórias, tais como a padronização das tarifas no setor de cartões, a transparência sobre cobrança de taxas de juros sobre o crédito rotativo, o pagamento mínimo da fatura, não-envio de cartões sem solicitação prévia do consumidor, dentre outras medidas em benefício do consumidor e do mercado.
O diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Luiz Mendes, demonstrou não temer problemas jurídicos com a regulação do Conselho Monetário Nacional (CMN) nos cartões de crédito. Segundo ele, o CMN está regulando os bancos, que estão debaixo de sua alçada regulatória, e não as administradoras de cartão. O diretor de administração do BC, Anthero Meirelles, foi na mesma direção e salientou que essa norma foi feita inclusive para reduzir o "risco legal" dos bancos, de futuras contestações de clientes sobre práticas adotadas pelas instituições financeiras nos cartões de crédito.
Apesar de estarem voltadas para os consumidores, as resoluções acabam afetando também o comércio. Todo o mercado será beneficiado com essas medidas, ao passo que haverá uma redução nos gastos dos consumidores que usam cartão, e esse dinheiro extra poderá ser utilizado no próprio comércio.
Outro ponto importante para os empresários do setor é a regra que aumenta gradativamente o percentual da parcela mínima para pagamento de fatura. Essa é uma norma que ajuda a combater o superendividamento e, consequentemente, o retorno dos consumidores ao mercado através de modelos convencionais de pagamento a prazo
A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) informa que tem colaborado com as autoridades federais visando aperfeiçoar o mercado de meios eletrônicos de pagamento e reforça que o processo de regulação e autorregulação do setor é um passo importante nesse sentido. A Abecs reitera sua disposição em continuar colaborando com as autoridades quanto à definição e implementação de medidas regulatórias, tais como a padronização das tarifas no setor de cartões, a transparência sobre cobrança de taxas de juros sobre o crédito rotativo, o pagamento mínimo da fatura, não-envio de cartões sem solicitação prévia do consumidor, dentre outras medidas em benefício do consumidor e do mercado.
ResponderExcluirO diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Luiz Mendes, demonstrou não temer problemas jurídicos com a regulação do Conselho Monetário Nacional (CMN) nos cartões de crédito. Segundo ele, o CMN está regulando os bancos, que estão debaixo de sua alçada regulatória, e não as administradoras de cartão. O diretor de administração do BC, Anthero Meirelles, foi na mesma direção e salientou que essa norma foi feita inclusive para reduzir o "risco legal" dos bancos, de futuras contestações de clientes sobre práticas adotadas pelas instituições financeiras nos cartões de crédito.
ResponderExcluirApesar de estarem voltadas para os consumidores, as resoluções acabam afetando também o comércio. Todo o mercado será beneficiado com essas medidas, ao passo que haverá uma redução nos gastos dos consumidores que usam cartão, e esse dinheiro extra poderá ser utilizado no próprio comércio.
ResponderExcluirOutro ponto importante para os empresários do setor é a regra que aumenta gradativamente o percentual da parcela mínima para pagamento de fatura. Essa é uma norma que ajuda a combater o superendividamento e, consequentemente, o retorno dos consumidores ao mercado através de modelos convencionais de pagamento a prazo